A nostalgia voltou, mais uma vez, sempre mais uma vez...
Há sempre um espaço da minha alma que se perde em palavras que ninguém diz, mas que as sinto. Há sempre um pedaço do meu espírito que recolhe aromas, sons e sentidos de lugares por onde já passei e deixa também o meu rastro. Há sempre todo um coração flamejante que arde pra fora do peito, que explode de vontades, de desejos, de memórias, de uma certa magia, quase desconhecida, quase perdida em dias que viro tudo do avesso e nada salva o rosto molhado de lágrimas desesperadas.Nada e nem ninguém nunca poderá compreender isto que sinto, isto que nem eu sei bem de que se trata, mas que deixo que por mim se instale, porque sei que me descansa, me embale e me acalma de outras correntes e aragens nocivas à instabilidade e à quietude.
É tudo uma questão de seguir os instintos, é tudo uma questão de deixar a razão noutra cidade e partir em rumo ao que nos completa.
sinto que nada está perdido, sabem ?
Hoje, sinto que nada está perdido. Até porque, nunca é tarde, sempre ouvi dizer. Há sempre leques de oportunidades que se estendem, na rua. O pior é que ninguém os vê - ou pior, não os quer ver - então preferem andar por aí rodeados de queixas e de mal-dizeres.
Hoje não, hoje não me arrependo de nada que fiz no passado. Nadinha ! Tomei atitudes vergonhosas, deprimentes ? Ok, certo. Mas quem não as tomou ? Quem não sente um pingo de desgosto e dava tudo para voltar atrás ? Todos. Até eu, talvez. Até eu queria, mas chegando a hora, não mudaria.
Mas como há sempre mil e uma estradas e caminhos por onde retomar viagem, hoje sigo de olhos fechados, sinto-me com coragem para conseguir.
Até pode ser que amanhã mude de idéia', me feche numa caixa e decida nem voltar a pensar no assunto...
É tudo uma questão de seguir os instintos, é tudo uma questão de deixar a razão noutra cidade e partir em rumo ao que nos completa.
sinto que nada está perdido, sabem ?
Hoje, sinto que nada está perdido. Até porque, nunca é tarde, sempre ouvi dizer. Há sempre leques de oportunidades que se estendem, na rua. O pior é que ninguém os vê - ou pior, não os quer ver - então preferem andar por aí rodeados de queixas e de mal-dizeres.
Hoje não, hoje não me arrependo de nada que fiz no passado. Nadinha ! Tomei atitudes vergonhosas, deprimentes ? Ok, certo. Mas quem não as tomou ? Quem não sente um pingo de desgosto e dava tudo para voltar atrás ? Todos. Até eu, talvez. Até eu queria, mas chegando a hora, não mudaria.
Mas como há sempre mil e uma estradas e caminhos por onde retomar viagem, hoje sigo de olhos fechados, sinto-me com coragem para conseguir.
Até pode ser que amanhã mude de idéia', me feche numa caixa e decida nem voltar a pensar no assunto...